segunda-feira, 10 de maio de 2010

‘Dando pinta’ na saúde


Sinais que mudam de cor e forma merecem atenção, pois podem se transformar em câncer!

Mesmo nos dias mais frios, os raios solares estão tão presentes quanto no alto verão e ainda podem causar sérios danos à saúde da pele. A exposição ao sol provoca, além do envelhecimento precoce, o aparecimento de indesejáveis e por vezes perigosas pintas na pele.

Segundo a dermatologista Marli Maria de Carvalho, o tipo ultravioleta B (uvB) é o raio de sol que, quando atinge a pele, pode causar as manchinhas e consequentemente, o melanoma (câncer de pele). Por isso, ela aconselha: “mesmo no inverno deve-se evitar o sol através do uso de chapéus e, sobretudo, do protetor solar a partir do fator 30”.
Há pessoas que têm uma tendência maior a desenvolver sinais. As de pele clara, como a atriz Sofia Portto, a Malu Leitão da novela ‘Tempos Modernos’, e as com antecedentes de câncer de pele na família são mais propensas ao aparecimento de pintas. “Não me importava com a proteção da pele até perceber pequenas pintinhas amarronzadas em meu rosto”, afirma a atriz.

Nem toda pinta precisa ser retirada. A Drª Marli explica: “Se ela tem uma aspecto bom, regular e não cresce, basta fazer um acompanhamento dermatológico. E se houver a suspeita de que a pinta é um melanoma, o médico poderá retirá-la para biópsia”.

sábado, 1 de maio de 2010

Hora de tomar a segunda dose

Crianças de 6 meses a 2 anos que receberam vacina contra gripe suína há 30 dias já precisam voltar aos postos de saúde para o reforço. Sem ele, a proteção não é completa, alertam especialistas. Vacinação vai até dia 7 de junho.

Crianças de 6 meses a 2 anos que tomaram a primeira dose da vacina contra a gripe suína há 30 dias, já podem voltar aos postos de saúde para obter segunda dose. A próxima etapa de imunização para os pequenos vai até dia 7 de junho, um mês após o término da primeira etapa — 7 de maio. Especialistas alertam: a criança que não tomar a segunda dose não estará totalmente protegida contra a nova gripe.

“Quase todas as vacinas que são dadas na primeira infância têm mais de uma dose. Os pais devem obedecer o calendário e, mesmo se atrasarem, devem ir aos postos para que as crianças sejam vacinadas”, explica o pediatra Eitan Berezin.

E o que não falta são pais ‘esquecidos’. Segundo levantamento da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, da Fiocruz, no Rio 37% das crianças com até 2 anos não tomam de maneira correta as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde — com doses e intervalos respeitados. O trabalho aponta ainda que apenas 75% das crianças do Rio na mesma faixa etária tomaram todas as vacinas previstas.
“O sistema imunológico precisa de um intervalo certo para ser estimulado e responder adequadamente à imunização”, explica o infectologista da UFRJ Edmilson Migowski.

“Qualquer vacina incompleta significa falta de proteção”, lembra Berezin. “Em relação à gripe suína, é importante que quem esteja fora do grupo preconizado também procure se imunizar na rede privada. Quanto mais pessoas se protegerem, menos o vírus circula”, ressalta o médico.