quinta-feira, 19 de março de 2009

Advogada revela segredos de deputado: ‘Clô passou fome’

Fãs acompanham enterro!

Com terno branco de listras e gravata borboleta azul escura, o estilista e deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP) foi enterrado no Cemitério do Morumbi, em São Paulo, com a presença de cerca de 1.500 pessoas. Advogada e amiga de Clodovil, Maria Hebe Pereira de Queiroz, disse que ele enfrentava problemas financeiros e chegou a passar fome durante a campanha. O estilista morreu terça-feira, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC).
Maria Hebe disse que há dois meses Clodovil terminou de pagar a vigésima e última parcela da dívida de aluguel e condomínio do apartamento onde vivia, na Rua República do Líbano, em São Paulo. A advogada contou que as dificuldades começaram após a demissão da Rede TV e que, na campanha para deputado, ele mal conseguia pagar contas.No velório, realizado na Assembléia Legislativa de São Paulo, Maria Hebe gritou com Ciro Moura, presidente do Partido Trabalhista Cristão (PTC). O PTC acusou Clodovil de infidelidade partidária, mas perdeu a ação na Justiça.
Aprovado projeto de lei do deputado
O testamento do deputado Clodovil Hernandes prevê a criação da Fundação Isabel, homenagem à sua mãe adotiva. Segundo a advogada de Clodovil, Maria Hebe Pereira de Queiroz, o objetivo é criar as Casas Clô, entidade que deverá abrigar e educar meninas órfãs. A CCJ do Senado aprovou projeto de lei de autoria de Clodovil que permite aos enteados adotarem os sobrenomes do pai e da mãe adotivos.

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